A companhia vendeu mais assentos do que o avião tem e você ficou de fora. Em dois minutos você descobre em que situação o seu caso está.
Se você aceitou ceder o lugar em troca de algo, a conversa muda. Vale avaliar o que foi combinado.
No portão eles pedem voluntários. Ceder o lugar por vontade própria é diferente de ser impedido. Leia antes e pergunte o que acontece com a sua bagagem.
Um papel da companhia dizendo que você foi impedido de embarcar, e o motivo. Se recusarem, anote o nome de quem atendeu e o horário.
As opções são reacomodação, reembolso integral ou outro meio de transporte. Se apresentarem só uma como se fosse a única, insista.
Cartão de embarque, foto do painel, protocolo do atendimento e recibo do que você gastou esperando.
A prática em si não é proibida, mas a companhia assume a responsabilidade quando deixa alguém em terra. A Resolução 400 da ANAC define o que ela precisa oferecer.
Muda bastante, porque você passou a ser voluntário e não preterido. Vale reunir o que foi combinado por escrito e avaliar com esse documento em mãos.
Por isso a declaração por escrito importa: ela fixa a versão da companhia sobre o motivo, e essa versão fica difícil de mudar depois.
São três perguntas. Sem custo e sem compromisso, e quem responde do outro lado é gente.
Falar agora no WhatsApp