Depende de três coisas: o que aconteceu, o que você guardou de prova e o que a companhia já ofereceu. Aqui está como o processo funciona de verdade, sem promessa de valor e sem juridiquês.
Reclamar primeiro na companhia não é burocracia inútil: a recusa por escrito vira prova e melhora a sua posição depois.
Pelo canal oficial, com número de protocolo. Guarde o protocolo e a resposta. Se não responderem, isso também conta a seu favor.
Cartão de embarque, comprovante da reserva, print do aplicativo com o horário antigo, foto do painel e comprovante de todo gasto que você teve por causa do problema. Prova é o que separa um caso forte de um caso fraco.
Juizado Especial Cível ou Justiça comum. A diferença muda custo, prazo e a forma de conduzir. É a decisão técnica mais importante, e quem faz é a advogada olhando o seu caso.
Petição, citação da companhia e, na maioria dos casos, uma audiência de conciliação antes de qualquer julgamento. Boa parte dos casos termina em acordo nessa fase.
No Juizado Especial Cível, causas de até 20 salários mínimos não têm custas em primeira instância e não exigem advogado. Fora dessa faixa há custas judiciais e honorários, que variam por estado e por caso. A análise inicial da Fly não tem custo.
Depende do rito, do estado e da vara. Boa parte dos casos termina em acordo na audiência de conciliação, marcada bem antes de qualquer julgamento. Ninguém honesto crava um prazo antes de olhar o caso.
Não dá para dizer, e desconfie de quem disser. Quem arbitra o valor é o juiz, olhando o que aconteceu, o que ficou provado e o prejuízo concreto. A gente explica o que a lei prevê; o número é da decisão.
No Juizado, até 20 salários mínimos, não. Acima disso, sim. Há também casos em que o rito comum é mais adequado mesmo com valor baixo, e aí a representação é necessária.
Depende do que você assinou. Voucher aceito sem termo de quitação é uma coisa; acordo com quitação plena é outra. Guarde o documento e traga na análise.
Varia conforme o tipo de voo e o fundamento aplicado, e essa definição é técnica. Se o seu problema foi há mais de um ano, não deixe para depois: leve para análise agora.
São três perguntas e leva dois minutos. Sem custo e sem compromisso. Se a resposta for que não vale a pena processar, a gente diz isso também.
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